LEI DO ESCUTA - A HONRA DE ESCUTA INSPIRA CONFIANÇA
“O ESCUTISMO NÃO È UM PASSATEMPO É UM MODO DE VIDA”
Quer dizer que a nossa norma de vida não é outra, senão a de ser honrado, honesto, virtuoso, respeitador, pessoa de carácter, sempre e todos os dias da nossa vida, não para que os outros nos vejam, não para os outros julgarem que somos pessoas de bem, para nos apreciarem, para nos respeitarem, para nos considerarem, mas sim porque só procedendo assim em todas as situações da nossa vida, é que nos sentiremos bem connosco próprios.
Fazer o bem sem olhar a quem, em todas as circunstâncias, com todo o respeito pelos outros, sem nos esquecermos no entanto do respeito que devemos a nós mesmos, da honestidade que devemos ter em todas as nossas atitudes, da integridade de carácter que devemos possuir (nunca admitindo que sejamos fingidos, simulados, hipócritas, falsos), na preocupação de sermos permanentemente respeitadores de tudo e de todos. E quando alguma coisa acharmos que não está bem, nunca enveredar mos pela crítica mesquinha, maliciosa, por de traz, mas sim e sempre directamente, frente a frente, embora com delicadeza. Façamos tudo para sermos sempre verdadeiros. Conscientes de que só a verdade nos liberta, e conduz os nossos passos nos caminhos heróicos da honra, mesmo que semeados de sacrifícios.
E precisamente a nossa atitude de honradez permanente que inspira nos outros a verdadeira confiança em nós.
Se formos virtuosos e fizermos disso a nossa honra, se a nossa norma de vida não for outra, senão a do Divino Chefe, o eterno Jovem, o adorável Jesus, nosso Guia e Mestre, seremos profundamente felizes contribuindo para a felicidade dos outros.
Quer dizer que a nossa norma de vida não é outra, senão a de ser honrado, honesto, virtuoso, respeitador, pessoa de carácter, sempre e todos os dias da nossa vida, não para que os outros nos vejam, não para os outros julgarem que somos pessoas de bem, para nos apreciarem, para nos respeitarem, para nos considerarem, mas sim porque só procedendo assim em todas as situações da nossa vida, é que nos sentiremos bem connosco próprios.
Fazer o bem sem olhar a quem, em todas as circunstâncias, com todo o respeito pelos outros, sem nos esquecermos no entanto do respeito que devemos a nós mesmos, da honestidade que devemos ter em todas as nossas atitudes, da integridade de carácter que devemos possuir (nunca admitindo que sejamos fingidos, simulados, hipócritas, falsos), na preocupação de sermos permanentemente respeitadores de tudo e de todos. E quando alguma coisa acharmos que não está bem, nunca enveredar mos pela crítica mesquinha, maliciosa, por de traz, mas sim e sempre directamente, frente a frente, embora com delicadeza. Façamos tudo para sermos sempre verdadeiros. Conscientes de que só a verdade nos liberta, e conduz os nossos passos nos caminhos heróicos da honra, mesmo que semeados de sacrifícios.
E precisamente a nossa atitude de honradez permanente que inspira nos outros a verdadeira confiança em nós.
Se formos virtuosos e fizermos disso a nossa honra, se a nossa norma de vida não for outra, senão a do Divino Chefe, o eterno Jovem, o adorável Jesus, nosso Guia e Mestre, seremos profundamente felizes contribuindo para a felicidade dos outros.


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